Ai Arakaaki ficou cega na adolescência e passou por outros grandes traumas, como ficar viúva pouco após se casar. Aos 26 anos, ela conheceu a Igreja Adventista do Sétimo Dia e foi batizada. Durante a guerra, a capacidade de liderança de Ai foi posta em prova e ela enfrentou todas as dificuldades para manter a igreja em funcionamento e os membros em segurança.
Em 1941, quando a Conferência Geral repatriou todos os pastores missionários no Japão, Ai também foi presa e teve sua Bíblia em braile confiscada pela polícia. Entretanto, ao notarem que ela era cega e pequena, foi libertada com o aviso de não pregar o cristianismo.
Para driblar essa regra, ela começou a reunir os membros em uma floresta e cemitérios, sem levantar suspeitas. Foi assim que o adventismo foi preservado no país, até o fim da guerra.